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Morador de Campinas vive calvário para descartar telhas de amianto

O morador do bairro Proost Souza, em Campinas, Antônio Lindolfo Mazaro, tem vivido um drama desde que decidiu trocar as telhas de um barracão nos fundos de sua casa. As telhas antigas são de amianto, resíduo de descarte perigoso, que de acordo com a Legislação atual, tem regras rigorosas de acondicionamento e exige aterro especializado.

Isso porque o amianto é tóxico para o meio ambiente e pode causar doenças pulmonares. O problema é que em Campinas não existe nem mesmo empresas particulares que fazem esse descarte. Lindolfo conta que só soube da restrição quando chamou o caçambeiro para retirar o entulho. Ao procurar a prefeitura, pelo telefone 156,  Lindolfo não conseguiu nenhum tipo de orientação.

Diante de tanta dificuldade, Lindolfo até recebeu sugestões de amigos para usar o método mais fácil de descartar o material irregularmente, mas ele se preocupa em acabar prejudicando o meio ambiente e a saúde dos moradores da cidade. Uma preocupação que deve mesmo existir, de acordo com José Cláudio Gonçalves da Silva, engenheiro da CETES, uma consultoria especializada em soluções e transportes ambientais.

E quem, como Lindolfo, quiser respeitar a Legislação, terá que enfrentar uma maratona para descartar esse tipo de material. O engenheiro, José Cláudio, explica que o local adequado mais próximo de Campinas para esse tipo de descarte fica em Caieiras e as regras são tão rigorosas que é preciso contratar empresas especializadas. A Prefeitura de Campinas informou que não recolhe este tipo de material por se tratar de resíduo perigoso.

III Encontro Nacional de Familiares e Vítimas do Amianto

A recente decisão do STF pelo banimento do amianto nos impõe novos desafios que são a vigilância epidemiológica dos expostos ocupacionais e ambientais, identificação dos adoecidos e o diagnóstico o mais precocemente possível, tratamento, registro junto ao INSS e ao Ministério da Saúde (SINAN) dos casos reconhecidos, eliminação (desamiantização), tratamento e destinação segura dos resíduos, proteção social não só aos doentes e seus familiares como a justa indenização dos afetados, recuperação ambiental dos sítios degradados, em especial os das minerações, entre outros.

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AUDIÊNCIA PÚBLICA SOBRE O AMIANTO E A SAÚDE DO TRABALHADOR

FONTE: Inácio Teixeira/Coperphoto - EDIÇÃO: Inácio Teixeira

Os Deputados estaduais Bira Coroa e Joseildo Gomes PT em suas falas enfatizaram a questão que se refere ao projeto que defendeu o deputado estadual Rosemberg Pinto, de que a Dow Química recebesse o benefício para o uso do amianto por mais 8 anos, o que foi vetado pelo Governador Rui Costa, e que agora está sobre estudo da casa civil e de entidades especializadas para a sua efetivação. Todos pedem o fim do amianto na Bahia e ponderam as possíveis modicações que virão da Casa Civil.

Para Belmiro, presidente da ABEA-Associação Baiana dos Expostos ao Amianto, fala da preservação da vida e que o amianto é uma ameaça constante e foi reforçado pelo professor Zilton Rocha que disse esperar que ninguém da Assembléia Legislativa da Bahia levante a questão que permita o uso do amianto no estado da Bahia.

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APÓS CONTAMINAÇÃO POR AMIANTO NA BAHIA, EMPRESAS DEVEM PAGAR R$ 31 MI

A mineradora Sama S/A Minerações Associadas e a multinacional Saint-Gobain do Brasil Produtos Químicos Industriais e para Construção Ltda foram condenadas pela Justiça Federal a pagarem mais de R$ 31 milhões por danos morais coletivos. A sentença, de 9 de abril, determina que o valor seja revertido em favor de projetos culturais, sociais e ambientais para Bom Jesus da Serra, município a 464 km de Salvador.

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JUSTIÇA FEDERAL MANDA DERRUBAR CASAS CONSTRUÍDAS COM AMIANTO

Chega ao fim uma ação judicial que produziu repercussão em todo mundo: os efeitos devastadores da exploração do amianto sobre o meio ambiente da região de Bom Jesus da Serra, Sudoeste da Bahia.

A questão judicial terminou depois de uma longa disputa marcada por intensos debates, inclusive científicos, pois as amostras de ar chegaram a ser enviadas aos Estados Unidos para análise pelos mesmos laboratórios que acompanharam a contaminação do ar quando do colapso das Torres Gêmeas, em 2001. Foram enviadas também a Saverne, na França, porque a Justiça  instituiu o controle conhecido como double check, ou seja, dupla checagem da investigação científica conduzida por pesquisador indicado pela USP.

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DIADEMA PROMOVE CAMPANHA SOBRE USO DE AMIANTO

Na tarde desta quarta-feira (4), o CEREST de Diadema iniciou as atividades da campanha de esclarecimento sobre o uso irregular do amianto. A equipe esteve na UBS Piraporinha para orientar os profissionais da saúde sobre os malefícios do amianto e disponibilizar um material educativo para que seja distribuído nas residências. A campanha envolve palestras até 13 de abril que buscam orientar os profissionais da área da saúde e a população de Diadema.

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PIONEIRA NA LUTA CONTRA O AMIANTO, FERNANDA GIANNASI FAZ APELO AO STF

RIO — Minutos antes da cerimônia de entrega dos troféus, no Copacabana Palace, na noite desta quarta-feira, Fernanda Giannasi, premiada na categoria Economia, afirmou que o Faz Diferença representa o reconhecimento de sua longa luta contra a indústria do amianto.

— Fiquei muito emocionada já com a indicação e, depois, quando recebi a notícia em um momento difícil, com uma filha no hospital. Além de lisonjeada, o prêmio mostrou que a luta do amianto foi reconhecida — afirmou Fernanda. — O GLOBO, de maneira imparcial, sempre acompanhou esse debate nos momentos mais difíceis.

 

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'PRÊMIO FAZ A DIFERENÇA' CONTEMPLOU SOLUÇÕES PARA SUSTENTABILIDADE E EDUCAÇÃO NO BRASIL

Categoria 'Economia' foi significativa ao homenagear Fernanda Giannasi, auditora fiscal do que trabalha contra exploração do amianto. A educação também teve destaque com premiação da pesquisadora Joana D’Arc Felix como personalidade do ano.

 

RIO — Vencedora do Prêmio Faz Diferença na categoria Economia, na PUBLICIDADE noite desta quarta-feira, Fernanda Giannasi agradeceu ao GLOBO pelas coberturas sobre o amianto, contra o qual ela lutou ao longo de décadas. O amianto foi banido do país no ano passado, após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).

— Eu quero agradecer à editoria de economia do Globo que, com imparcialidade, deu grande espaço ao debate do amianto no Brasil.

 

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